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Fátima Ribeiro de Oliveira

FÁTIMA RIBEIRO DE OLIVEIRA

MANGARATIBA - CENTRO

Quando eu era jovem tinha um parceiro de Bloco do Farofa, o Naldo. Fiquei muito triste com a partida dele. O bloco começou só com homens, aí nos anos 70 ou 80 eles abriram para todo mundo. Foi nessa época que Naldo virou meu companheiro de carnaval.

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Patrícia Vieira Braga

PATRÍCIA VIEIRA BRAGA

MANGARATIBA - CENTRO

Sou nascida em 1952 e criada em Mangaratiba. A maior parte da vida morei na cidade. Cresci no Centro, que era uma grande família. Estudávamos e brincávamos juntos. Na quadra, tinha esportes e os blocos no carnaval. Sinto saudades da praça, onde acontecia tudo. É uma honra para mim hoje ser comerciante na mesma praça. Amo a cidade, sou mangaratibana com amor.

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Mary Jane Fonseca Torres

MARY JANE FONSECA TORRES

JUNQUEIRA

Vim de Campo Grande e já moro no Junqueira há alguns anos e não quero voltar. Acho a cidade pequenina, limpa, organizada e quero terminar os dias aqui. Gosto da praia, dos amigos que fiz, da igreja, do convívio com as pessoas, da hospitalidade, de tudo.

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Maria Aparecida Angelo da Silva (Cida)

MARIA APARECIDA ANGELO DA SILVA (CIDA)

JUNQUEIRA

Nascida em Junqueira em 1961, numa colônia caiçara. Meus pais eram pescadores e acredito que minha mãe é descendente dos Tupiniquins que foram expulsos do Centro quando os brancos dissolveram o aldeamento. Isso porque minha avó era indígena, com longos cabelos lisos. Os próprios moradores têm essa recordação, das raízes indígenas, apesar de não terem documentação comprovando. A família e a comunidade caiçara nunca tiveram propriedade, sempre foram caseiros, moravam em terrenos de outras pessoas. Quando criança, lembro muito das brincadeiras na praia, da grande figueira na praça, das corridas de canoas (meu irmão venceu três vezes) e da pesca. Era uma comunidade sustentável, que pescava, criava animais e plantava o que comia, e o que não tinha trocava pelo excedente do que produziam com a quitanda do Centro. Não tinha luz elétrica e a comunidade ficava isolada, só podia sair a pé, de barco ou de trem, que passava rente à praia. Tenho no trem grandes recordações, já que que conectava a comunidade com o mundo, levava ao Centro para estudar e via indo e voltando com os veranistas e os moradores. Com a construção do porto, nos anos 60, e a dragagem do canal, a praia mudou e a pesca foi prejudicada. Quando o trem de passageiros parou de passar, na sequência, a comunidade ficou muito isolada e acabou, aos poucos, se dissipando. Depois de uns 15 anos de trilhos abandonados, foram retirados e o caminho transformado em estrada, o que acabou devastando de vez a região, que viu sua praia e encostas sumirem com as construções. Fui estudar no Rio, mas quis voltar, e mudei para o Centro. Já adulta, comecei a me interessar pela história da cidade indo trabalhar na Fundação Mário Peixoto. Sou uma das responsáveis pela salvaguarda da história da cidade e tenho um grupo de forró, que toca nos bares e festas da cidade.

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Emil de Castro

EMIL DE CASTRO

Fazenda Santa Izabel

Nasci em 1941 na beira da cachoeira da Fazenda Santa Izabel. Era filho do administrador. Aos seis anos, fui morar com meus avós na Rua do Trapiche. Tive uma infância brincando livre pelas ruas e praias da cidade. Incentivado pelo meu pai, me interessei logo pelos estudos e fui estudar Direito no Rio de Janeiro. Advogado formado, voltei para a cidade onde passei a atender a população local, de qualquer classe social. Contestador, junto com o jornalista Elio Gaspari, fundei o jornal 'O Marimbondo', que focava especialmente em questionar a política da cidade. O jornal não durou muitas edições, mas incomodou as autoridades por publicar editoriais fortes e contestadores em plena ditadura militar. O jornal me fez mais conhecido ainda pelos moradores. Encorajado pelos amigos e apoiadores, aos 22 anos me elegi vereador pela primeira vez, sendo eleito novamente. Depois, na recém redemocratização, fui prefeito da cidade. Fui responsável pela implantação de políticas de preservação de patrimônio, de eventos como o Cachaça Poética, e equipamentos culturais, como a biblioteca Ary Parreiras, e a consolidação da já existente Fundação Mário Peixoto. Fui amigo do cineasta, inclusive. Após meu mandato, tentei me eleger mais algumas vezes, mas, sem sucesso, desisti da política oficial. Mas continuo trabalhando pela cidade por meio da Fundação e das minhas obras de poesia e de história de Mangaratiba. Já somam mais de quinze livros.

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Cícero Alessandro Lopes

CÍCERO ALESSANDRO LOPES

MANGARATIBA - CENTRO

Tive uma infância livre. Nasci em Barra do Piraí em 1934 e cheguei em Mangaratiba aos quatro anos. Meu pai era controlador de estação ferroviária. Morávamos no Centro. Lembro que a viagem de trem era bucólica, bonita. A praça ficava repleta de namorados esperando a partida ou a chegada do trem. Até pré-adolescente eu tinha estudado muito pouco, mas então fui enviado para o Rio de Janeiro pelo meu pai para me preparar para a faculdade e lá fiz o curso ginasial e o científico (hoje ensino médio). Passei a andar de trem sozinho por volta dos 15 anos e às vezes ia para o Rio. Cursei odontologia na capital e voltei para cidade em 1959. Meu pai queria que eu abrisse um consultório na cidade, mas eu não, porque a energia elétrica ainda era muito fraca. Mas acabei montando em uma casa perto da estação. Lembro de ter tido muita dor de dente na infância e que, na época, a cidade tinha dois dentistas “práticos”, sem faculdade. Quando abri meu consultório virei “colega” dos práticos, mas fui um dos primeiros a chegar na cidade para atuar tendo nível superior. Na primeira visita, achei que era um cliente e era o fiscal da prefeitura, Seu Mariozinho Mendonça, para formalizar o consultório. Tive três pontos diferentes ao longo dos anos: a casa da estação, a casa do João Alemão e a minha própria casa. Oferecia “odontologia para os brasileiros”. Humilde, não sofisticada – nem que eu quisesse poderia oferecer sofisticação porque o nível econômico era muito baixo. Os mais abastados se tratavam no Rio, então atendia basicamente as classes média e baixa da cidade. Mas não fiz odontologia para ficar rico e sim para atender os outros e viver bem. Tive contato com os descendentes dos indígenas na população da Ilha Guaíba. A clientela mais humilde não tinha dinheiro para tratamentos mais elaborados, como próteses. Eles eram da região, eu conhecia as famílias de vários caiçaras. Atendia gente da Marambaia, da Ilha Grande, de toda a região. Com a vinda do porto, em 1973, a clientela mudou. Passei a receber em dólar dos tripulantes e funcionários que chegavam na cidade. Conheci minha esposa Nelma muito novo. Casei-me com a bisneta do Coronel Moreira da Silva, que foi prefeito de Mangaratiba e em sua gestão o trem chegou à vila. O Coronel foi ao Rio conversar com o engenheiro Paulo de Frontin para convencê-lo a levar a estrada de ferro até lá. Lutou muito pra isso: em 1910 o trem chegou à Itacuruçá e em 1914, finalmente, à vila. A inauguração foi muito festejada com direito, inclusive, a um banquete com a presença do Presidente da República, Hermes da Fonseca. Fomos contemporâneos do jornalista Elio Gaspari. Lembro que, na ditadura, ao ser perseguido, Elio foi se esconder em Mangaratiba. Nas terras herdadas da família Moreira da Silva, montamos uma escola onde dei aula de geometria por nove anos. Depois transformei a escola em uma pousada junto com minha esposa, que era muito empreendedora, “política”. Então transformamos uma escola cheia de casinhas em uma pousada com bom estacionamento, onde os hóspedes podiam deixar o carro enquanto visitam a Ilha Grande, que agora tem uma infraestrutura turística muito boa, bem diferente de quando visitei pela primeira vez, ainda na época dos presídios. Havia dois presídios: o Lazareto e o da Colônia, que não recebiam apenas presos de alta periculosidade, como também presos políticos, como na intentona comunista de 1935 e outros. Lembro que o escritor Graciliano Ramos esteve preso ali e, assim, escreveu ‘Memórias do Cárcere’. No livro, o autor conta que passou por Mangaratiba, vindo de trem, que tinha a primeira e a segunda classes – os presos vinham na segunda. A saída do trem para o embarcadouro era muito rápida e o escritor não teve tempo de ver mais da cidade. Como recordação afetiva, lembro do trem, dos clubes sociais da vila onde eu ia dançar com minha esposa, e o cenário de interior, da “sociedade” que existia e não existe mais. Antes eu conhecia todo mundo, hoje não conheço mais ninguém. “O tempo é um químico invisível, que transforma tudo”.

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Gil Del Carmo

GIL DEL CARMO

MANGARATIBA - CENTRO

Para eu falar da minha relação com Mangaratiba eu tenho que voltar duas gerações da minha família. Tudo começou com a questão dos meus avós: Sebastião Rodrigues de Miranda e a Maria Laurindo de Miranda. Ambos moravam na Ilha da Gamboa. Jovens, em 1944 meu avô foi para a guerra. Ele tinha prometido a minha avó que voltaria para casar-se com ela e minha avó, aquela caiçara linda, esperou meu avô. Eu lembro que ela contava as histórias que o pessoal passava, e ela era muito bonita, com traços praieiros, e falava assim: “ele vai voltar só um toco, vai voltar sem braço, vai voltar sem perna”. Aí ela falava assim: “ele pode voltar do jeito que quiser, mas eu vou estar esperando”. E aí ela ficava na janela. Então eu até fiz uma poesia em homenagem à memória dos dois que está no Beco da Poesia e chama-se ‘Da Gamboa pela janela’. Então eles se casaram numa ciranda. Não temos fotos porque a família era muito pobre na época e não tinha essa questão de tirar fotos. Mas ela contava que casou numa festividade, estabeleceu moradia no distrito de Itacuruçá, onde já tinha um pouco da nossa família também e as irmãs dela. Meu avô depois que veio da guerra se estabeleceu como trabalhador da linha férrea e ficou no trajeto Mangaratiba-Itaguaí e trabalhando como fiscal de linha, algo assim. Com isso tudo ele acabou ganhando um dinheiro e passou a residir lá em Coroa Grande. E aí teve os filhos todos e trabalhava muito, era comerciante, e a família cresceu e se estabeleceu em Itaguaí. Parte da nossa outra família se estabeleceu aqui em Itacuruçá, a família da irmã da minha avó. Minha ligação com o Mangaratiba começa minhas vindas de férias em Itacuruçá. Todas as férias escolares eu vinha, ficava com meus primos, a gente pescava, ia na praia, participava das festividades da Festa de Santana. Enfim, era o ponto alto da minha vida por uns bons 10 anos. Eu sempre tive o sonho de morar em Mangaratiba, principalmente em Itacuruçá. Com o passar do tempo, eu comecei a minha vida lá em Itaguaí como produtor cultural e curador do Centro Cultural de Itacuruçá (CEFEC) e trazia exposições da Universidade Rural do curso de Belas Artes que eu estava fazendo, para a Costa Verde, sempre expondo lá obras dos meus associados da minha empresa Zoio da Arte. Em 2018, recebi o convite para trabalhar como curador do Museu Municipal. Com isso, cheguei aqui no município, fui estreitando os laços, me mudei com a minha família para cá em 2019 em novembro de 2019. A gestão foi mudando e hoje eu trabalho como Diretor de Cultura lá da Fundação e presto consultoria de editais e de projetos para comunidades tradicionais. Tenho uma grande inserção nas comunidades quilombolas, nas comunidades caiçaras aqui do município. É um trabalho que eu gosto muito e amo muito fazer porque são comunidades que não eram assistidas com esse tipo de trabalho, não participavam de projetos e hoje estão concorrendo, ganhando os editais e melhorando as condições de trabalho nas suas localidades. É um trabalho que eu gosto muito. Eu fiz o contrário: meus avós saíram de Mangaratiba e eu retornei. É uma cidade que eu amo demais, amo a história, amo as pessoas porque são altamente hospitaleiras, com um coração imenso e que me receberam de forma muito calorosa. É um sonho que eu acabei realizando, de estar morando nesse local. Não em Itacuruçá, mas só de estar no município eu já fico feliz da vida e sou muito feliz por isso. Às vezes paro para pensar sobre isso. Quando a gente fala sobre o futuro a gente quer progresso, né? Eu quero progresso para minha cidade, mas que nunca esse progresso venha sem perder o que Mangaratiba tem de melhor, que é essa identidade, esse povo maravilhoso. Penso num futuro onde o artista não precisa mendigar seu trabalho para a prefeitura, um futuro em que eu possa sair com a minha família com roteiros culturais e turísticos, um futuro que possa ser melhor para as pessoas, possa ter políticas públicas mais acolhedoras, que se torne referência na questão de cultura, turismo e ação social que são as três áreas que eu mais me identifico. Uma política pública que possa manter as pessoas aqui e que elas não precisem se humilhar para poder seguir as suas vidas e que tudo isso seja feito sem agredir o meio ambiente, que é o mais difícil. É isso.

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Diva de Freitas Câmara

Diva de Freitas Câmara

Centro - Mangaratiba

O ano era 1967. Foi a passagem mais linda que vivi em Mangaratiba. Foi o ano em que a Litorina com o andor de Nossa Senhora Aparecida passou pela cidade e parou. Estava em visita e todos foram para a Estação saudar Nossa Senhora, mãe do Brasil. Foi a passagem mais marcante em minha cidade. O vagão estava todo enfeitado de flores... Foi lindo, era dia 8 de dezembro. Meu pai Clementino de Almeida Câmara era funcionário da Rede Ferroviária e nós morávamos na casa da Rede de frente para praia, onde hoje é o ponto de ônibus. Sou nascida e criada em Mangaratiba, fui para Itaguaí quando meu pai se aposentou onde vivo até hoje, mas minhas raízes ainda se encontram em minha Mangaratiba.

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Taís Camara da Rocha Assis

TAÍS CÂMARA DA ROCHA ASSIS

Praia do Saco

Me chamo Taís Câmara da Rocha Assis, casada, tenho dois filhos, moro em Mangaratiba há 45 anos, filha de Sára Câmara da Rocha e Antônio Diógenes Pimenta da Rocha, nascida em 30/12/1977. Não nasci na cidade (essa é minha frustração) porque na época minha mãe estava fazendo o acompanhamento da gravidez na cidade vizinha de Itaguaí. Histórias e memórias têm muitas, mas vou contar a que mais gostava: “O Carnaval”. Se não me falha a memória, comecei a participar do carnaval muito cedo, mais especificamente no Bloco do Farofa, com aproximadamente seis anos. Era uma festa, eu e minhas amigas íamos no “barracão” do bloco que ficava nos fundos da Prefeitura, no portão de ferro, pegar os desenhos de nossas fantasias. Minha mãe e minha tia colocavam as máquinas de costura no quintal para a confecção das mesmas. A cada dia era uma alegria, a cada paetê costurado uma emoção e minhas amigas em suas casas na mesma rotina. Disputávamos qual fantasia estava mais adiantada, e de quem ficaria pronta primeiro. Nesse meio tempo, minha mãe já tinha escolhido as fantasias para todos os dias do Baile Infantil do Clube Náutico dos Mangarás e como ela tinha trabalho nessa época, os ensaios do bloco não poderiam faltar. Eu ficava muito nervosa com medo de não deixarem eu desfilar (coisa de criança) por conta das faltas. Lembro-me do Tio Manir tocando tamborim. Ficava minutos parada olhando. Jorge Carlos era o intérprete e o Beto Braga o mais animado da turma gritando meu nome (ele me chamava de IGI). No baile infantil lembro do Carrição tocando as marchinhas que levantavam a criançada. Eu também não faltava a nenhum dia do baile, geralmente. Um dia de carnaval eu e minhas amigas fazíamos uma fantasia só, todas iguais e as pessoas nos paravam para tirar fotos. No último dia de carnaval quando tocava “Ai ai ai ai, ai, ai. Está chegando a hora. O dia já vem raiando, meu bem. Eu tenho que ir embora...” eu chorava muito e minha mãe tentava me consolar dizendo que no próximo ano teria tudo novamente... Minha cama e a casa inteira ficavam brilhosas por conta do glitter das fantasias e demorava dias para sumir completamente. Que saudade tenho de nosso carnaval! Chega a marejar os olhos.

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Daniel de Lima Soares

Daniel de Lima Soares

Parque bela vista

Minha relação com Mangaratiba é intensa demais porque Mangaratiba é o lugar que mais amo, e não trocaria por nenhum outro lugar. Minha história se encontra com a cidade quando começo a inserir na minha obra artística elementos da cultura, história, tradições, e saberes desse lugar tão abençoado. Guardo lembranças desde quando eu tinha 2 anos de idade. As festas, os desfiles, praias, cachoeiras, trilhas, contos engraçados, e tudo que a gente esperava para aproveitar durante o ano inteiro. Cantor, músico, e compositor. Fundador dos projetos Coreto Alternativo, Oficina do Coreto Alternativo, e Bateria Alternativa. Completa 14 anos de carreira neste ano de 2022, Daniel de Lima Soares iniciou sua carreira profissional cantando Samba de Raiz, tocando pandeiro, e depois o banjo com o Grupo DiSamba, na cidade de Mangaratiba. Após alguns anos trabalhando por todo estado do Rio de Janeiro, fundou seu trabalho solo cujo leva seu nome como referência, e a música popular e regional brasileira como base principal de seus trabalhos nos dias de hoje. Além das obras autorais, artistas que se destacam em seu repertório são: João Gilberto, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Zé Ramalho, Geraldo Azevedo, Paulinho da Viola, Elomar Figueira Melo, Xangai, Djavan, Milton Nascimento, João Bosco, entre muitos outros. O lançamento da faixa "Habitat Natural da planta" (letra sobre Mangaratiba) foi uma realidade positiva para toda a equipe no dia 11 de novembro de 2021. Aniversário da cidade. E neste ano de 2022 teremos o lançamento do clipe da mesma filmando por todos os distritos de Mangaratiba.

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