Grandiosa
e artesanal

Legenda

1. A Ingá se instalou na Ilha da Madeira e mudou para sempre a vida da comunidade.  
Proprietário: Wellington Alves – Acervo pessoal

Na metade do século XX, o tempo acelerou: a Ilha da Madeira foi conectada ao continente, loteada pela Balneária, e recebeu a indústria de zinco Ingá.
 
A Rio–Santos chegou trazendo novas empresas. Como muitos trabalhadores foram ficando, fazendas foram loteadas e transformadas em novos bairros.
Nos anos 1980, vieram as maiores transformações: a construção do novo porto, com mudanças na baía, nas praias e na pesca. Também nesse período, o trem de passageiros parou de passar, e a promessa de instalação de um polo petroquímico levou a muitas desapropriações, como a da área onde hoje está o Parque Municipal. De lá pra cá, vieram mais indústrias, mais pessoas e, com o Arco Metropolitano, também mais turistas.

 

2. A Ingá se instalou na Ilha da Madeira e mudou para sempre a vida da comunidade.  Proprietário: Wellington Alves – Acervo pessoal

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3. Desde os anos 1980, grandes estruturas e navios se tornaram parte da paisagem de Itaguaí. Proprietário: Wellington Alves – Acervo pessoal

As mudanças deixaram Itaguaí com uma cara mais urbana, mas nada muda seu coração rural: os caiçaras ainda mantêm suas pescarias e mariscagens artesanais, os agricultores familiares ainda se orgulhando da banana mais doce do Brasil na feira de domingo, e as pessoas ainda se acolhem afetuosamente, como uma grande família.

5. Antes, calçamento pé-de-moleque no Caminho de São Paulo. Hoje, asfalto na Rodovia Rio-Santos. Proprietário: Elisa Colepicolo

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4. Na Ilha da Madeira, ainda é possível comprar peixe fresquinho, recém-pescado, direto dos pescadores. Proprietário: Elisa Colepicolo

6. Dois patrimônios afetivos de Itaguaí: a agricultura familiar e – dizem! – a banana mais doce do Brasil. Proprietário: Elisa Colepicolo

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