Um lugar
de muitos caminhos

Legenda

1. A simplicidade e a rusticidade da cidade há cerca de 70 anos.
Proprietário: IBGE

O primeiro motor de Itaguaí foi o caminho do ouro. Aqui, também, negros escravizados cultivaram a cana-de-açúcar que movimentava o engenho da Fazenda Nossa Senhora da Conceição de Taguay, ou “Engenho do Facão”, como ficou conhecido.

Depois aderiu timidamente à febre do café, virou exportadora de quiabo, mas foi a banana que fez história: a produção foi tão intensa que o maior produtor da região, Major Caetano, conseguiu que a ferrovia chegasse aqui em 1910. E o trem, que partia sempre abarrotado da fruta, ganhou o apelido de Macaquinho.

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2. A casa do Engenho do Facão resistiu próxima à Praça Vicente Cicarino até poucas décadas atrás. Proprietário: Casa de Cultura Marise Moreira de Brito – Site Itaguaí 200 anos

Na costa, caiçaras saíam das ilhas e de Coroa Grande rumo às águas calmas da Baía de Sepetiba, perfeitas para as cercadas de pesca e a mariscagem. O comércio se consolidou, mas o desenvolvimento foi lento. Até os anos 1950, pouco além do Centro tinha eletricidade. As ruas eram de terra, transporte só por trem e poucos ônibus. Sem ponte, a travessia para a Ilha da Madeira dependia de um canoeiro ver o passageiro acenando do outro lado do canal.

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3. Itaguaí já foi a maior produtora de quiabo do país. Proprietário: Elisa Colepicolo

Na costa, caiçaras saíam das ilhas e de Coroa Grande rumo às águas calmas da Baía de Sepetiba, perfeitas para as cercadas de pesca e a mariscagem. O comércio se consolidou, mas o desenvolvimento foi lento. Até os anos 1950, pouco além do Centro tinha eletricidade. As ruas eram de terra, transporte só por trem e poucos ônibus. Sem ponte, a travessia para a Ilha da Madeira dependia de um canoeiro ver o passageiro acenando do outro lado do canal.

4. A vida da cidade se organizava pelos horários de chegada e partida do trem “Macaquinho”. Proprietário: Wellington Alves – Acervo pessoal

5. A canoa muitas vezes era a única ligação entre a Ilha da Madeira e o resto da cidade.
Proprietário: Elisa Colepicolo

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