Transformando
oportunidades

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1. Um raro ônibus na estrada do Mazomba ainda sem asfalto. Proprietário: IBGE

Com indígenas, portugueses e africanos de diversas origens se fez a base da comunidade local. A proximidade com a capital do país, a estrutura do porto e as terras férteis, entretanto, não passaram despercebidas, fazendo daqui um destino migratório. No final do século XIX, portugueses e libaneses se instalaram pela cidade e na Ilha da Madeira.

Em 1939, começaram a chegar em Mazomba e Piranema as famílias que formaram a colônia japonesa. A adaptação foi tão próspera que o Bunka Club, com festas e esportes, se tornou um afeto para toda a população, que sente saudades de suas atividades. Na mesma época, Mazomba também recebeu muitas famílias fluminenses, além de capixabas e mineiros que buscavam um pedacinho de chão para plantar.

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2. A comunidade do Saco do Engenho, na Ilha da Madeira, como Roberto Barbosa gosta de se lembrar. Proprietário: João Nilo — Acervo pessoal

A partir dos anos 1960, foram as grandes obras as responsáveis pela chegada de migrantes de todo o país, que vieram para vagas temporárias, mas, apaixonados, acabaram ficando.

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3. Fazendas, como a São Sebastião, da família de Cecília Tupinambá, se beneficiavam da boa localização e das terras férteis.
Proprietário: João Nilo — Acervo pessoal

4. Nomes de bairros como “Piranema” são algumas das poucas marcas indígenas visíveis na cidade. Proprietário: Elisa Colepicolo

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5. Na Colônia Japonesa, Adriana Isobe mantém a tradição familiar e planta quiabos orgânicos. Proprietário: Elisa Colepicolo

Por ser caminho, ter natureza fértil e estar sempre em transformação, Itaguaí conquistou o que muitos consideram um de seus maiores tesouros: um povo afetuoso e acolhedor.

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